Quem sou

Para alguém acostumado a contar histórias alheias, por conseguir observar bem o que estava a seu redor, passar a olhar para si mesmo pode ser um caminho sem volta.

Foi o que aconteceu comigo. Minha trajetória profissional começou como repórter e apresentadora de televisão, passou pela influência digital, pelo coaching e chegou ao mindfulness.

Para você entender como cheguei aonde estou, preciso fazer um breve relato.

Em 2007, ainda vestibulanda, tive uma crise de estresse e, em 2008, assim que entrei para a faculdade, fiquei em estado depressivo. Esses dois episódios foram marcantes e responsáveis por eu mergulhar no autoconhecimento: em função de ambos, fiz terapia, yoga, diversos cursos, passei a ler livros sobre o assunto. Sempre estive muito interessada em assuntos relacionados a desenvolvimento pessoal, bem-estar, felicidade, funcionamento da mente, espiritualidade, mas tudo ganhou uma outra proporção depois desse período.

Alguns anos depois, após atuar como jornalista e produtora de conteúdo, é que me percebi insatisfeita com os rumos da minha escolha profissional. De alguma forma, foi como se o olhar que buscava a notícia, a novidade, o externo, fosse sendo direcionado para dentro de mim mesma, passando a buscar o que existia (e existe) na minha essência.

A meditação começou a fazer parte da minha vida quando eu era mais nova, logo após a crise de estresse. Na época, minha prática não era constante, e, confesso, ainda não havia encontrado um tipo com o qual eu realmente tivesse me identificado e que me tivesse proporcionado mudanças significativas.

Foi quando, após participar de um grupo que recebeu treinamento on-line de mindfulness (atenção plena), por oito semanas, pensei: “Meu Deus, isso tudo faz muito sentido! Como não aprendi isso antes? Uma prática laica, que independe de crenças/religião, e que faz com que você reduza a ansiedade, o estresse, sinta bem-estar, cultive presença, cuide da sua saúde como um todo! Que treinamento incrível!”

Aprender a atenção plena me fez ter um novo olhar sobre mim, o que sou, como me relaciono com o que penso e sinto; me fez ver o mundo de uma forma diferente. E por tudo isso, decidi que iria fazer a formação para levar isso adiante, ensinando outras pessoas.

Em outubro de 2018, comecei a minha formação para ser instrutora de mindfulness no Centro Mente Aberta, programa de extensão social da UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo. Um ano depois, eu me formei.

Praticar mindfulness hoje é o meu estilo de vida e é o que me tornou – e continua tornando – uma pessoa melhor para mim mesma e, consequentemente, para as pessoas que convivem comigo.

Honro cada escolha e passo dado nessa minha trajetória. Sempre fui uma seguidora da voz do meu coração – que tem razões que a própria razão desconhece, como disse o matemático e filósofo Pascal. Ele me leva a lugares que sempre fazem muito mais sentido para a minha alma, que deseja viver a vida de uma maneira inteira, verdadeira e amorosa nessa breve passagem que é viver.

Hoje, entendo que me conectar com pessoas foi o que sempre fez meus olhos brilharem, desde a época do jornalismo. E isso ainda vive dentro de mim…

Formações:
Comunicação Social – habilitação em jornalismo pela PUC-Rio
Life Coach pelo IBC
Instrutora de mindfulness pelo Centro Mente Aberta – UNIFESP.
Cursou “A ciência da felicidade” – Universidade da Califórnia, Berkeley (EUA)

Ebook

Desejo que você tenha coragem de olhar para o seu interior.
Que tenha paciência para cuidar de cada canto escuro, e gentileza diante do que encontrar…
Não há receita mágica para se conhecer, não há uma estrada única.
O caminho se faz caminhando. Permita-se dar o primeiro passo!
E lembre: você nasceu com o direito de ser feliz e expressar todo o seu amor.

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